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A Casa Branca finalmente se pronunciou sobre a purga gay na Chechênia


Em uma entrevista que foi exibida na HBO essa semana, o presidente checheno Ramzan Kadyrov chamou os homossexuais do "diabo" e mais uma vez negou os relatos da purga gay na região. O líder acrescentou que, se houvesse pessoas homossexuais - a quem ele enfatizava não eram "pessoas" - vivendo na região, eles deveriam se mudar para o Canadá.

A porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Heather Nauert, disse que seu departamento achou que esses comentários eram "muito preocupantes e também perturbadores". Ela também assegurou aos jornalistas que a administração levantou o problema com as autoridades russas "nos níveis mais altos", de acordo com a Associated Press.

Trump e o secretário de Estado Rex Tillerson decidiram não falar sobre a purga gay durante as reuniões com o presidente Vladimir Putin e outras autoridades russas nas últimas semanas. Durante a entrevista com a HBO, Kadyrov também disse que defenderia os direitos das famílias de assassinar seus parentes homossexuais. "Se nós temos essas pessoas aqui, então eu digo-lhe oficialmente, seus parentes não as deixam ser, por nossa fé, nossa mentalidade, costumes e tradições. "Mesmo que seja punível de acordo com a lei, nós continuaremos condenando".

Se você deseja ajudar os gays que estão sendo perseguidos na Chechênia, clique aqui e assine essa petição pública. 


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