+55 71 98880 2781

Baladas gay em Nova Iorque fecham. Donos culpam o Grindr e o Spotify.


Em meados dos anos 90 tinha programação quase todas as noites da semana, de domingo a domingo. Porém a quantidade de boates gays e baladas semanais tem diminuído nos últimos anos em Nova Iorque. Os produtores dizem que a economia das baladas mudaram. Veteranos da vida noturna apontam diversas razões: mudanças culturais, pressões imobiliárias e a própria tecnologia (sempre ela, coitada!). Além disso, as motivações que levavam os gays a se encontrarem em boates mudaram. Na era do casamento homoafetivo e dos direitos LGBT, gays já não dependem de boates LGBTs como lugares seguros para se encontrarem.

Westgay, uma festa de dança gay no West Village/EUA, terminou no último verão, quando o edifício foi vendido. PrettyUgly, uma festa de dança cheia de novinhos no Horseshoe, na Times Square, parou de funcionar ano passado. Novos proprietários, novos rumos. JB Saturdays, uma festa na KitchenHell, que atraia cerca de 1.600 homens sarados e sem camisa e durou por três anos, fechou também ano passado. E, em fevereiro, Escuelita, uma balada gay latina que fez sucesso por DÉCADAS perto do Port Authority Bus Terminal, fechou suas portas.

"A culpa é o advento de aplicativos de paquera, como o Grindr, e de streaming de música, como o SoundCloud e Spotify, que substitui a descoberta musical proporcionada pelos sets de DJs." diz Brandon Voss, 36, um produtor de boate e co-produtor de baladas gays, incluindo a Zoo, que terminou no ano passado.

Veeesh! Babado, ein?

Já que Nova Iorque está perdendo opção, o jeito é ir pra SÃO FRANCISCO, a cidade mais gay dos Estados Unidos. Clique aqui e confira nossa mais nova seção sobre intercâmbio para esse lugar maravilhoso <3


Curte aí nossa fanpage!
E tenha acesso a todo o conteúdo do Viajay!