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Chechênia cria campo de concentração secreto para gays


Homossexuais presos em uma operação na região russa da Chechênia estão sendo mantidos em prisões de campos de concentração, segundo relatos. Os primeiros relatórios surgiram no início deste mês, quando os gays começaram a serem perseguidos na região, que pertence a Rússia, mas possui grande autonomia.

Os jornais russos e grupos de direitos humanos relataram que mais de 100 homens gays foram detidos por motivos de "sua orientação sexual não tradicional" como parte de uma operação. Várias pessoas teriam sido vítimas de ataques violentos.

Numa resposta BIZARRA, um porta-voz do governo checheno negou que haja pessoas homossexuais a serem presas, insistindo que "você não pode deter e assediar alguém que não existe no país". O Kremlin Russo negou qualquer conhecimento de uma operção. Os relatos atestam que os homens estão sendo mantidos em horríveis prisões de campos de concentração, onde o abuso violento e a tortura são comuns.

Baseado em entrevistas com testemunhas e sobreviventes, o jornal russo Novaya relata que uma prisão secreta foi criada na cidade de Argun para deter os homens presos na operação. Um homem que foi libertado do campo disse ao jornal que ele foi submetido a violentos "interrogatórios" no acampamento, enquanto os funcionários chechenos tentavam convencê-lo a confessar os nomes e residências de mais gays.

O acampamento teria sido montado pelas forças da Chechênia em um antigo quartel-general militar na cidade. O jornal relata que o presidente do Parlamento da Chechênia estava entre os funcionários que visitaram o local, embora as alegações ainda não tenham sido comprovadas. Os detidos enfrentam choques elétricos e tortura violenta, alguns deles foram usados para extorquir suas famílias.

A comunidade LGBT russa, que está oferecendo suporte para homens que fogem da região, confirmou os relatórios. A ativista LGBT Svetlana Zakharova disse: "Pessoas gays foram detidas e presas. Estamos trabalhando para evacuar pessoas dos campos e alguns já conseguiram deixaram a região. "Aqueles que escaparam disseram que estão detidos na mesma sala e as pessoas são mantidas em conjunto, cerca de 30 ou 40. Eles são torturados com correntes elétricas e fortemente espancados, às vezes até a morte."

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