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Conheça a capital gay do Oriente Médio!


A "capital gay do Oriente Médio“, como é conhecida Tel Aviv, é um dos destinos mais populares para os turistas LGBT a nível internacional. A cidade, às margens do Mediterrâneo, é um dos pontos quentes do momento, não só pelas temperaturas agradáveis o ano todo, mas, nos últimos anos, Tel Aviv foi classificada como uma das melhores cidades de praia do mundo pela National Geographic e o melhor destino de turismo gay do planeta pelo site Gaycities.com, entre outras glórias. A classificação trouxe para pauta uma realidade pouco conhecida no Ocidente, mas que há tempos existe: a vida gay em Tel Aviv é considerada a mais vibrante do Oriente Médio, região mais lembrada pelas tendências conservadoras e religiosas. Em contraste com Jerusalém, a apenas uma hora de distância, Tel Aviv até ganhou o apelido de "bolha", numa referência à capacidade de seus moradores de se isolar de conflitos étnicos e religiosos em prol de uma vida boêmia.

Tel Aviv é pequena o suficiente para ser íntima, mas grande o bastante para absorver centenas de milhares de turistas anualmente. Em termos de gays per capita, Tel Aviv ocupa facilmente a primeira colocação. "Tel Aviv é um destino quente hoje porque é única, fica no meio do Oriente Médio, onde não é fácil ser gay, mas é como um paraíso numa área onde não é óbvio encontrar uma cidade tão liberal" disse Adir Steiner, coordenador da Parada do Orgulho Gay da cidade, que acontece desde 1993, no mês de junho, e é hoje a maior da Ásia, atraindo milhares de pessoas todo ano. Por conta da Parada, e também pelo Festival Internacional de Filmes LGTB, junho é um dos melhores meses para visitar a cidade.


Para Shay Deutsch, diretor da campanha municipal Tel Aviv Gay Vibe, apoiada pelo Ministério do Turismo de Israel, a intenção é que o título seja traduzido no aumento de visitantes gays na cidade, um público conhecido por seu potencial turístico. Deutsch diz que, diferentemente do que muitos pensam, Tel Aviv é mais segura do que muitas metrópoles europeias. Lá a comunidade gay tem força, é respeitada e não é nada comum ouvir de casos homofobia. Israel nesse caso acaba sendo um exemplo de respeito.

Até o ano de 1988, no estado de Israel, havia um código penal contra a homossexualidade, resquício do mandado britânico. Embora o código nunca tivesse sido aplicado, em 1988, o parlamento de Israel aboliu esse item do código penal e, dessa forma, foram tornadas legais as relações homossexuais. Desde 2006 o casamento gay é reconhecido em Israel, e a união civil entre pessoas do mesmo sexo é reconhecida desde 1993, onde um casal homossexual usufrui de quase todos os direitos de um matrimônio heterossexual. Inclusive, o exército israelense aceita homossexuais desde 1993. Aliás, ser homossexual não é empecilho para o serviço obrigatório no exército.

Fonte: O Globo, BBC, Dicas do Mundo e Wikipedia


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