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Gays não podem doar sangue em Las Vegas e as pessoas estão indignadas


Ontem, um homem armado em Las Vegas matou 59 pessoas e feriu outras 527 no maior tiroteio em massa da história dos Estados Unidos. Armado com 16 armas, Stephen Paddock, de 64 anos, abriu fogo do 32º andar do Mandalay Bay Hotel, atirando contra pessoas que participavam de um festival de música ao ar livre. Após o fim do 273º tiroteio em massa nos EUA, enquanto o número de mortos ainda estava sendo contabilizado, milhares de pessoas em Nevada já se dirigiam para o banco de sangue mais próximo a fim de ajudar as vítimas do massacre.

Pessoas dispostas a realizar este pequeno e significativo gesto de solidariedade formaram dezenas de filas pela cidade. Mas quando se tratava de um LGBT, a ajuda não era possível, pois a comunidade continua proibida de doar sangue.

Se você é homosexual nos EUA, você não pode doar sangue, a menos que não tenha feito sexo por um ano. A Cruz Vermelha Americana segue as diretrizes da Administração de Alimentos e Medicamentos do país (FDA). "Todas as organizações de coleta de sangue dos EUA devem seguir este requisito federal", explica a Cruz Vermelha Americana. Logo após uma tragédia nacional, essa restrição irritou aqueles que sabiam sobre isso e chocou as pessoas que não faziam ideia da probição e simplesmente queriam ser solidárias com as vítimas.

No Brasil, as regras em torno das doações de sangue de homens que fazem sexo com homens seguem os mesmos princípios, extremamente preconceituosos. Vale ressaltar que em estudo realizado pelo Ministério da Saúdo em 2015 constatou-se que a contração da Aids foi maior no universo heterosexual do que entre LGBTs.

Veja a revolta de alguns americanos com a medida:


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