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Grupo Anti-LGBT criará seus próprios desenhos animados porque 'a Disney foi invadida pelos gays'


Um grupo evangélico anti-LGBT está levantando fundos para fazer seus próprios filmes porque a Disney supostamente foi invadida por pessoas gays.
O gigante do entretenimento sofreu uma enxurrada de ameaças de evangélicos nas últimas semanas depois que um beijo gay de surpresa foi mostrado em uma série da Disney na TV, seguido por notícias de um personagem gay em remake do filme A Bela e A Fera.
A associação anti-LGBT "American Family Association" (Associação de Famílias Americanas) está levando o boicoite em massa à Disney a novas alturas esta semana, após anunciar a produção de seu próprio "filme de família de Deus".
Eles escreveram: "Os pais devem ser avisados de que a Disney deu luz verde a uma agenda LGBTQ forte em um filme que visa o mercado demográfico de crianças entre 5 e 11 anos de idade."
"Se os pais não puxarem os freios e tomarem uma posição forte hoje, a Disney continuará permitindo mais filmes infantis que empurrem os conceitos homossexuais."
"Em resposta aos esforços da Disney para promover a agenda LGBTQ para nossos filhos, a AFA tem o orgulho de anunciar seu compromisso de co-produzir um novo filme animado de uma das mais impactantes histórias já escritas: The Pilgrim's Progress (O Peregrino, em português). Junte-se a nós em uma generosa contribuição para tornar este filme possível."
Não é a primeira incursão da AFA no cinema. Ainda temos flashbacks traumáticos de quando assistimos ao seu primeiro esforço 'desanimado'.

 

 

Em outros lugares nos Estados Unidos, um cinema drive-in no Alabama se recusou a exibir a Bela e a Fera, enquanto o filme também enfrentou restrições na Rússia e na Malásia.
Emma Watson, que interpreta Bela no novo filme, comentou essa semana sobre o personagem gay do filme.
Ela disse: "Eu acho que o que é tão fantástico sobre o desempenho de Josh é que é tão sutil. É sempre como: ele idolatra Gaston? Ele está apaixonado por Gaston? Qual é o relacionamento lá? E eu acho que é incrivelmente sutil, para ser perfeitamente honesto."
Ela acrescentou: "Eu não quero que as pessoas entrem nas salas de cinema para assistir este filme pensando que há como uma grande narrativa [sobre o assunto] lá.
"Realmente não existe. É incrivelmente sutil, e é uma espécie de jogo ter o público: 'É, ou não é?' E eu acho que isso é divertido. Eu amo a ambiguidade que existe lá."


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