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Presidente da Chechênia promete acabar com os gays até o fim de Maio


O presidente da Chechênia prometeu "eliminar" todos os homens gays até o final de Maio. Ramzan Kadyrov, chefe da República Chechena, ameaçou livrar a área da homossexualidade "pelo Ramadã". O Ramadã, mês sagrado do Islã, começa em 26 de maio deste ano.

Em declarações ao site de notícias Gay Star News, um porta-voz do governo confirmou estas afirmações. A horrível ameaça foi revelada no Parlamento quando Sir Alan Duncan, vice-secretário de Relações Exteriores e deputado conservador, relatou preocupação com o tratamento que a Chechênia tem dado a homens gays e bi. "Ele [Kadyrov] realizou outras campanhas violentas no passado, e desta vez ele está dirigindo seus esforços para a comunidade LGBT", disse Duncan no parlamento.

"Fontes disseram que ele quer que a comunidade seja eliminada no início do Ramadã". Kadyrov teria relatado os planos à mídia local russa. Nas últimas duas semanas, relatos horripilantes de homens gays mantidos em campos de concentração sendo espancados, torturados e mortos foram noticiados na imprensa de todo o mundo. Pelo menos cem foram detidos e pelo menos quatro homens foram assassinados.

"Relatos confiáveis sugerem que pelo menos quatro pessoas foram mortas e muitas outras foram torturadas", continuou Duncan. "As declarações do governo na Chechênia, que parece tolerar e incitar a violência contra pessoas LGBT, são desprezíveis".

A questão também foi levantada pelo deputado britânico Stephen Doughty, que divulgou o horrível relato de um homem de ser torturado com uma cadeira elétrica "caseira". "O presidente Putin já tem um histórico de perseguir a comunidade LGBT e tem um parceiro na Chechênia", disse Doughty.


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