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São Paulo

(75)
Av. Paulista



Descrição


"Não se pode amar Rio e São Paulo”. Turistas frequentemente ouvem essa pequena verdade quando são indagados sobre sua preferência. Entre os amantes da cidade cinza, da cidade do concreto, da chuva, do trânsito e da poluição, há quem diga que a ama exatamente pelos seus defeitos – uma relação meio sádica; outros, pelas suas construções megalomaníacas, sua gastronomia, seu serviço, sua diversidade, e, principalmente, sua noite.

Nossa metrópole global recebeu alemães, italianos, japoneses, latino-americanos, nordestinos, judeus, árabes, e, não por acaso, é considerada capital cultural da América Latina. Visite o bairro japonês da Liberdade, veja uma ópera italiana no pomposo Teatro Municipal, visite os inúmeros museus da cidade, fique atento para alguma peça da Broadway em cartaz, beba bastante na Vila Madalena, caminhe pelo Ibirapuera, veja uma missa dominical em latim, com canto gregoriano, no Mosteiro de São Bento, curta uma street art no Beco do Batman. São Paulo é essa mistura. A gastronomia e noite paulistanas possuem selo de qualidade internacional. De restaurantes nordestinos a bistrots franceses, você encontra na região dos Jardins, de fácil acesso para o turista. Para os que não conseguem abandonar a pizza e a massa, destaque para o sotaque italiano da Mocca e das casinhas históricas do Bixiga. Ou tome um chá da tarde à inglesa. A escolha é sua, e o atendimento costuma ser acima da média do país. À noite, em meio a muitos bares, pubs e baladas, escolha sua tribo até o sol raiar: rock, punk, sertanejo, pop, eletrônico, para qualquer orientação sexual. E se você curte todos os estilos, a rua Augusta é a sua casa.

E como esquecer da Avenida Paulista, o coração da cidade. Faça chuva, faça sol, a pé, de bike, difícil é não se apaixonar por ela. Lar do MASP, com toda sua exuberância arquitetônica, das melhores padarias, onde você provavelmente irá comer depois da balada, dos pequenos parques, e das paqueras. Para os solteiros de plantão, é quase impossível andar por ela e não cruzar um olhar ou não trocar um telefone. Paulistano não perde tempo. E se ainda assim você não está morrendo de amores por São Paulo, suba ao topo do Edifício Itália e contemple a vista do 41º andar.


Cena gay


A cena gay de São Paulo não deixa nada a desejar às capitais europeias. Bares, baladas, ou um simples café: a cidade levanta a bandeira LGBT ativamente. No centro, está o coração gay da cidade, o Largo do Arouche, que é marco desde a década de 1930 e abriga o Museu da Diversidade Sexual.

A cidade de São Paulo acolhe uma das maiores paradas do orgulho LGBT do mundo e é vanguarda em políticas públicas de proteção a essa minoria. A Prefeitura inaugurou, em junho de 2015, a Unidade Móvel de Cidadania LGBT, que, além de atender vítimas de homofobia, também está preparado para conscientização e divulgação de materiais sobre Direitos e Políticas Públicas existentes. Em breve, será inaugurado o primeiro abrigo destinado a travestis e transexuais.


Noite e baladas


A cidade possui muitos cafés, restaurantes, bares, botecos, casas de show, saunas, cinemas com cabines e sex clubs, todos dedicados ao público LGBT. Apesar de uma grande concentração no centro, os locais LGBT também se espalham por toda a cidade. Moderninhos, ursos, sarados, alternativos, amantes da música eletrônica, do axé: é possível achar o que você quiser. Inicie um esquenta nos bares e pubs, e esteja bem descansado, porque algumas baladas vão até muito depois do sol raiar. E como todo bom paulistano, você acabará em algum after pelo menos uma vez.